terça-feira, 29 de dezembro de 2009
2010
Este vai ser o ano do recomeço. Anos de minha vida persegui um sonho: me tornar jornalista. Ao longo do tempo outro quesito se mostrou importante, trabalhar como jornalista. No primeiro momento já haviam obstáculos: se quisesse tornar-me jornalista haveria de cursar uma faculdade e para cursar uma faculdade, somente se fosse Federal. Federal?! Eu que estudei a vida inteira em escola pública? Impossível! O que fazer então?! Fui remoendo a historia de fazer a bendita faculdade de jornalismo.Mas como?! O presidente Lula, por incrivel que pareça, ou não, foi importante nessa decisão. FIES, Prouni, programas importantes que foram me dando ânimo para cursar uma faculdade...Corri atrás...Entrei para a faculdade. O primeiro passo aconteceu porque garanti o primeiro lugar numa faculdade privada, e aí consegui desconto de 50% para cursar jornalismo no primeiro semestre. E depois? Depois parti para o FIES e assim fui...E para não permanecer com uma dívida, resolvi tentar o ENEM para garantir o Prouni. No segundo ano minha nota foi muito boa e assim consegui a bolsa integral e mudei para uma faculdade melhor! Mais uma conquista! Vencida mais uma batalha! Pensei na possibilidade de retroagir em períodos cursados. Novamente Deus me iluminou e permaneci no mesmo período e com muitas disciplinas eliminadas. Bom dava para terminar o curso no mesmo ano. E foi isso que persegui, porque outro objetivo se mostrava. Conseguir trabalhar na empresa que faço estágio. Muito importante, essa fase, meu estágio no Minas Tênis Clube, um dos melhores clubes esportivos do mundo, revelador de vários atletas e equipes de ponta. Nossa, volto a persegui mais esse sonho. E fui a luta, cursei em média 6 disciplinas por período, vale destacar que no último período repeti o feito, cinco disciplinas mais a monografia...Fora que meu estágio, não era o estágio mesmo, era como se fosse mesmo profissional. Me diz então se sobrevivi?! Sim estou aqui agora e graças a Deus feliz da vida, porque me formei e serei efetivada. A luta foi grande mas eu venci a guerra. Agora vamos começar tudo denovo. A vida é feita mesmo de recomeços e acho que é nisso que está o sentido de estarmos neste mundo....Agora é levantar a cabeça e traçar novos objetivos! Feliz mesmo 2010 a todos!Eu venci......buáaáááá!
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Sorte e Deus
Muitas acham que as conquistas vem com a sorte, outros pela força de Deus. Fé e superstição, juntas ou paralelas? Eu sei que o velho ditado que nada cai do céu é mais válido para justificar vitórias. Ou melhor, faça sua parte e deixa que o resto se encaminha. Um bom trabalho, a força de vontade e a disposição, além de gostar do que faz ou o que quer fazer, são alguns dos caminhos mais importantes para as conquistas. Parece meio clichê isso tudo não é mesmo?! Mas é que muitas vezes as pessoas se esquecem disso, e preferem pegar atalhos para que as conquistas sejam mais fáceis. Esses atalhos no entanto dão resultados momentâneos. Saiba que você com certeza será cobrado a partir da linha de chegada. O mercado é osso meus amigos, lembrem-se sempre é melhor que façam o que têm que fazer, e se puder um pouco mais...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Provas da Vida...
Há momentos que a vida nos apresenta situações que não pensávamos viver...E aí mesmo que cogitasse a idéia de que mesmo que vivesse algo saberia exatamente como tirar de letra...Mas aí está o encantamento da vida...você não é o dono da verdade e nem pode com tudo, é preciso viver para aprender a lidar com as situações. Nunca diga nunca este é o ditado! A vida lhe mostrará que a unica pessoa no mundo passivel de passar por tudo ileso é o nosso pai, Deus. Porque ele nos dá oportunidades e livre arbítrio e é por isso que se aprende a viver e assim tornar-se sábio. Eu vivo este momento, em que nunca pensei passar e mesmo que passasse nao iria me balançar...Mas me balancei e agora estou esperando as coisas acontecerem para aprender e agir. Afinal como é bom viver...
Como diz meu amigo Ronaldo agente veio ao mundo para resolver problemas...
Como diz meu amigo Ronaldo agente veio ao mundo para resolver problemas...
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Novidades - fase de transição
Estou aqui na expectativa da volta às aulas. Talvez esse seja meu último período de faculdade de jornalismo. Último se tudo der certo...Já encarando o acontecimento, tudo vai aumentar: meu estresse, minha falta de dinheiro, meu cansaço, minhas responsabilidades. Tenho que dar conta para garantir o meu próximo futuro. Estou dando o meu máximo para continuar por aqui...Minas Tênis Clube. Me sinto muito bem neste lugar. Que Deus permita que isso seja feito. E agora pensando ainda mais no casamento...É gente, depois de quase 11 anos de namoro eu fiquei noiva e a coisa ficou séria...Ou vai ou racha e como não sou boba, vou despedindo aos poucos da minha vida de solteira...que Roninho não me interprete mal, mas se fosse ele faria a mesma coisa. Não que prendamos um ao outro, mas quando casarmos nossa vida vai mudar muito.Acredito nisso. Na última semana sai com as minhas companheiras de ap para comemorar o aniversário da Gilsélia no Alambique aqui em BH. Nunca me diverti tanto e decidi iniciar ali a despedida da solteirisse. Se tivesse grana o bicho ia pegar...ainda bem que Deus não dá asa a cobra...Rsrssr. Mas percebi que as amizades são realmente muito importantes nas nossas vidas, por mais que sejam passageiras ou não. Mas precisamos constantemente de amigos e se pudermos preservá-los mesmo com percalços como o tempo e a distância, seremos também constantemente felizes. Aproveito o ensejo para agradecer a presença destes em minha vida como a Gil que foi a aniversariante, a Tati, Lívia, Gláucia, Cláudia e os novos Felipe e Elminho...E também a Paulinha aqui do Minas que tem sido muito mais que companheira de trabalho, mais uma amiga que fiz durante os últimos tempos. Lembrando dos amigos, tem um que é merecedor do Troféu Eternidade, o Waguininho que tive o prazer de encontrar na última segunda-feira. Este realmente afirma a máxima que existem amigos eternos que se tornam irmãos. Este não respeita o verbo no meu sobrenome ( faria) ele faz parte da minha vida sempre.
Um grande abraço a todos, e vamo que vamo como diz o amigo Thibau que esta semana se despede do Minas...Já estou com saudades...
Um grande abraço a todos, e vamo que vamo como diz o amigo Thibau que esta semana se despede do Minas...Já estou com saudades...
quarta-feira, 1 de julho de 2009
O Minas para mim é isso...
Já faz pouco mais de um ano e meio que estou prestando serviços ao Minas Tênis Clube como estagiária de jornalismo. Mas como é pouco o tempo quando me encontro ao lado de pessoas que fizeram a história deste Clube. Muita coisa anda acontecendo.... Em um dos poucos momentos de relacionamento com tão experientes figuras confirmei o quanto é importante a união da experiência a juventude e nunca uma em detrimento a outra. Foi na ocasião do aniversário do Seu Dudu, ex-chefe da ginástica do Minas, que percebi a minha vontade de permanecer no Clube mais fortemente. Não estou promovendo campanha de contratação, mas em poucos momentos de minha vida, no âmbito profissional me senti tão bem realizando um trabalho, e isso sim deve ser valorizado sempre. Pena que não vou poder contar com muitas dessas pessoas que estão deixando ou clube ou que podem deixar. Pareço inexperiente, mas já tive considerável experiência profissional em outros lugares e assim me sinto embasada para argumentar sobre a importância de se investir em pessoas. Uma empresa em desenvolvimento e sempre no azul tem por trás funcionários felizes, porque são valorizados profissionalmente e como seres humanos. Mas apesar de tudo e de todos o que vai ficar é a sinceridade. Sinceridade nos olhares, nos abraços, nas pessoas e isso não se perde nunca. Uma vez conquistados, os amigos não se perdem. E por mim já me conquistaram.... Rumo à roça... porque lá pode ser nosso próximo ponto de encontro, afinal essas coisas têm que acontecer mais vezes...não é mesmo Seu Thibau!!!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
O Exercício Profissional do Jornalismo no Mundo por Vitor Ribeiro vitor@ojornalista.com.br
A presente pesquisa visa apresentar um panorama, das exigências para o exercício profissional do jornalismo pelo mundo e tem como objetivo contribuir, para que o debate sobre o assunto não fique prejudicado justamente por falta de informação. A idéia de realizar a pesquisa nasceu após a constatação, de que não havia um trabalho semelhante disponível para consulta.
Como o Brasil é um país de amplas relações diplomáticas, o caminho natural foi procurar as representações diplomáticas estabelecidas em nosso país e realizar uma consulta formal sobre as exigências para o exercício profissional, na localidade representada. Todos os países, com representação diplomática no país foram consultados. Alguns, que ainda não estão representados aqui, também receberam a indagação.
Para minha alegria, muitos países dedicaram grande atenção ao assunto. Várias embaixadas, além de responderem oficialmente à consulta, nos encaminharam livros, documentos, e-mails, materiais explicativos, consultaram seus estudiosos sobre o assunto etc. Outros me ofereceram verdadeiras aulas, sobre o processo histórico ocorrido em seus países em relação ao jornalismo. A todos agradeço sinceramente e registro, que sem a colaboração das representações diplomáticas este trabalho não teria sido realizado. Em sua maioria, uma solicitação foi constante, querem e estão recebendo a presente conclusão.
Não é demais agradecer, mais uma vez, às embaixadas pela atenção, ajuda e deferência. Acostumados com pedidos de vistas para trabalho, muitos inicialmente imaginaram que o questionamento visava saber quais as exigências para que um brasileiro trabalhasse como jornalista em seus países. Não foi este o mote da pesquisa. O enfoque é as exigências legais para os nascidos no país consultado.
Vale lembrar, que primeiro nascem as profissões, para posteriormente as faculdades e universidades oferecerem cursos superiores sobre aquela ciência ou atividade. Com o jornalismo não foi diferente. Primeiro surgiu a profissão, depois os cursos de jornalismo. Portanto, os que iniciaram a profissão não tinham diploma de jornalismo em nenhum lugar do mundo.
Hoje, o curso superior em jornalismo existe nos quatro cantos do planeta e a sua obrigatoriedade para o exercício da profissão é uma exigência legal verificada em muitos países. Mas, mesmo nos locais onde não existem leis específicas exigindo o diploma, os formados acabam levando vantagem na disputa por uma vaga no mercado de trabalho. Onde o diploma não é uma exigência legal, acaba sendo uma grande preferência ou mesmo uma exigência do mercado de trabalho.
Portanto, vale esclarecer que o fato de um país não ter uma lei exigindo o curso superior em jornalismo, para o exercício profissional, não significa que os jornalistas daquele país não cursem uma faculdade ou não tenham pós-graduação ou doutorado na área. O que a pesquisa encontrou foi uma realidade bem diferente.
Nos Estados Unidos da América, por exemplo, a maioria esmagadora dos profissionais contratados cursaram uma faculdade de jornalismo. Nos Estados Unidos da América não há a exigência do diploma em lei. Porém, o país conta com 400 faculdades e universidades que oferecem o curso de jornalismo; 120 oferecem pós-graduação na área e 35 oferecem doutorado.
Na Alemanha, existem duas grandes organizações sindicais que representam os jornalistas e não há exigência do diploma em lei. Porém, segundo Hermann Meyn, autor do livro intitulado Massenmedien in der Bundesrepublik Deustschland ( Os meios de comunicação de massa na Alemanha), "ambas as organizações sindicais alemãs estão tendo que constatar mais e mais que a imagem do jornalista por nascimento é uma ilusão".
O alerta que faço na presente introdução, para evitar equívocos, é de que a exigência de curso superior em jornalismo é uma evidência incontestável no mundo atual -a despeito do país contar ou não com uma legislação específica. Trata-se de uma exigência do mercado de trabalho. A famosa lei de mercado. Esta situação chega a casos interessantes, como o do norte-americano onde os veículos de comunicação raramente contratam alguém que não tenha cursado uma faculdade de jornalismo. As exceções ficam por conta de especialistas, como generais que escrevem sobre guerras; economistas falando de negócios e casos semelhantes. Aliás, como ocorre no Brasil, por exigência legal.
Os sindicatos e outros organismos de classe, também, têm atuação forte e os códigos de ética estão presente, mesmo nos lugares que não contam com a exigência do diploma em lei específica. A presente pesquisa apresenta, resumidamente, a situação nos países que responderam os questionamentos feitos sobre as exigências para o exercício da profissão.
O resultado da presente pesquisa é proveniente de consultas oficiais feitas aos países e devidamente documentada. Praticamente a totalidade das informações foi fornecida por escrito, pelos representantes diplomáticos dos países consultados e encontram-se devidamente arquivadas, como documentos oficiais que são.
Criticada internamente por alguns e até combatida judicialmente, a atual legislação brasileira, vigente a cerca de 34 anos, é vista em muitas partes do mundo como um exemplo a ser seguido.
A Ordem dos Jornalistas Italianos defende que a lei brasileira é avançada, por exigir formação superior no jornalismo. "Não pode haver improvisação na formação do jornalista", afirmou o presidente da entidade italiana, Lorenzo Del Boca, durante sua recente visita ao Brasil. Segundo ele, as entidades de jornalistas italianos estão se mobilizando para elaborar um projeto de lei, nos moldes da legislação brasileira, a ser submetido ao Congresso italiano, exigindo o diploma de jornalismo para quem quiser exercer a profissão por lá.
Já a Bélgica conta desde 1963, com uma lei chamada de reconhecimento e proteção ao título de jornalistas profissionais. Na prática, institui multas de valores elevados e punem baseados no código penal do país os infratores da lei.
Hoje, a exigência de formação superior em jornalismo está sendo valorizada até em países que não contam com faculdades de jornalismo. Raro mesmo é o país que não conta com faculdades de jornalismo. O Reino de Myamar é um deles. Mas, mesmo lá o curso superior em jornalismo é valorizado. O governo chega a enviar candidatos a jornalistas, para obter o diploma na Índia e Inglaterra.
*Vitor Ribeiro - é jornalista profissional MTB 21.208
Como o Brasil é um país de amplas relações diplomáticas, o caminho natural foi procurar as representações diplomáticas estabelecidas em nosso país e realizar uma consulta formal sobre as exigências para o exercício profissional, na localidade representada. Todos os países, com representação diplomática no país foram consultados. Alguns, que ainda não estão representados aqui, também receberam a indagação.
Para minha alegria, muitos países dedicaram grande atenção ao assunto. Várias embaixadas, além de responderem oficialmente à consulta, nos encaminharam livros, documentos, e-mails, materiais explicativos, consultaram seus estudiosos sobre o assunto etc. Outros me ofereceram verdadeiras aulas, sobre o processo histórico ocorrido em seus países em relação ao jornalismo. A todos agradeço sinceramente e registro, que sem a colaboração das representações diplomáticas este trabalho não teria sido realizado. Em sua maioria, uma solicitação foi constante, querem e estão recebendo a presente conclusão.
Não é demais agradecer, mais uma vez, às embaixadas pela atenção, ajuda e deferência. Acostumados com pedidos de vistas para trabalho, muitos inicialmente imaginaram que o questionamento visava saber quais as exigências para que um brasileiro trabalhasse como jornalista em seus países. Não foi este o mote da pesquisa. O enfoque é as exigências legais para os nascidos no país consultado.
Vale lembrar, que primeiro nascem as profissões, para posteriormente as faculdades e universidades oferecerem cursos superiores sobre aquela ciência ou atividade. Com o jornalismo não foi diferente. Primeiro surgiu a profissão, depois os cursos de jornalismo. Portanto, os que iniciaram a profissão não tinham diploma de jornalismo em nenhum lugar do mundo.
Hoje, o curso superior em jornalismo existe nos quatro cantos do planeta e a sua obrigatoriedade para o exercício da profissão é uma exigência legal verificada em muitos países. Mas, mesmo nos locais onde não existem leis específicas exigindo o diploma, os formados acabam levando vantagem na disputa por uma vaga no mercado de trabalho. Onde o diploma não é uma exigência legal, acaba sendo uma grande preferência ou mesmo uma exigência do mercado de trabalho.
Portanto, vale esclarecer que o fato de um país não ter uma lei exigindo o curso superior em jornalismo, para o exercício profissional, não significa que os jornalistas daquele país não cursem uma faculdade ou não tenham pós-graduação ou doutorado na área. O que a pesquisa encontrou foi uma realidade bem diferente.
Nos Estados Unidos da América, por exemplo, a maioria esmagadora dos profissionais contratados cursaram uma faculdade de jornalismo. Nos Estados Unidos da América não há a exigência do diploma em lei. Porém, o país conta com 400 faculdades e universidades que oferecem o curso de jornalismo; 120 oferecem pós-graduação na área e 35 oferecem doutorado.
Na Alemanha, existem duas grandes organizações sindicais que representam os jornalistas e não há exigência do diploma em lei. Porém, segundo Hermann Meyn, autor do livro intitulado Massenmedien in der Bundesrepublik Deustschland ( Os meios de comunicação de massa na Alemanha), "ambas as organizações sindicais alemãs estão tendo que constatar mais e mais que a imagem do jornalista por nascimento é uma ilusão".
O alerta que faço na presente introdução, para evitar equívocos, é de que a exigência de curso superior em jornalismo é uma evidência incontestável no mundo atual -a despeito do país contar ou não com uma legislação específica. Trata-se de uma exigência do mercado de trabalho. A famosa lei de mercado. Esta situação chega a casos interessantes, como o do norte-americano onde os veículos de comunicação raramente contratam alguém que não tenha cursado uma faculdade de jornalismo. As exceções ficam por conta de especialistas, como generais que escrevem sobre guerras; economistas falando de negócios e casos semelhantes. Aliás, como ocorre no Brasil, por exigência legal.
Os sindicatos e outros organismos de classe, também, têm atuação forte e os códigos de ética estão presente, mesmo nos lugares que não contam com a exigência do diploma em lei específica. A presente pesquisa apresenta, resumidamente, a situação nos países que responderam os questionamentos feitos sobre as exigências para o exercício da profissão.
O resultado da presente pesquisa é proveniente de consultas oficiais feitas aos países e devidamente documentada. Praticamente a totalidade das informações foi fornecida por escrito, pelos representantes diplomáticos dos países consultados e encontram-se devidamente arquivadas, como documentos oficiais que são.
Criticada internamente por alguns e até combatida judicialmente, a atual legislação brasileira, vigente a cerca de 34 anos, é vista em muitas partes do mundo como um exemplo a ser seguido.
A Ordem dos Jornalistas Italianos defende que a lei brasileira é avançada, por exigir formação superior no jornalismo. "Não pode haver improvisação na formação do jornalista", afirmou o presidente da entidade italiana, Lorenzo Del Boca, durante sua recente visita ao Brasil. Segundo ele, as entidades de jornalistas italianos estão se mobilizando para elaborar um projeto de lei, nos moldes da legislação brasileira, a ser submetido ao Congresso italiano, exigindo o diploma de jornalismo para quem quiser exercer a profissão por lá.
Já a Bélgica conta desde 1963, com uma lei chamada de reconhecimento e proteção ao título de jornalistas profissionais. Na prática, institui multas de valores elevados e punem baseados no código penal do país os infratores da lei.
Hoje, a exigência de formação superior em jornalismo está sendo valorizada até em países que não contam com faculdades de jornalismo. Raro mesmo é o país que não conta com faculdades de jornalismo. O Reino de Myamar é um deles. Mas, mesmo lá o curso superior em jornalismo é valorizado. O governo chega a enviar candidatos a jornalistas, para obter o diploma na Índia e Inglaterra.
*Vitor Ribeiro - é jornalista profissional MTB 21.208
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Decepção...
É como me sinto hoje. A vida inteira pensei em ser jornalista, escrevi por um bom tempo para um jornal da minha cidade , mas ainda não estava fazendo o curso. O dom era importante para mim, mas não somente poderia contar com ele. Ser jornalista não implica apenas em escrever bem. O curso nos mostra as várias faces da comunicação. Lá você não so aprimora sua capacidade de escrita,mas conhece as regras da fotografia, a arte do comunicação do rádio, as características da TV, bem como aprende a priorizar a ética jornalística no exercício da profissão. Além dos conhecimentos humanísticos pertinentes a profissão que farão muita falta àqueles que não passaram pelo curso, quando se pegarem tratando de informações e pessoas. Foi por isso que decidi aprimorar talvez um dom que tenha, porque ele somente não garante segurança no trato com a formação de cidadãos, afinal de contas, aprender a escrever é algo que fazemos no pré-primário, mas afirmo novamente, não é apenas nisso que implica ser jornalista. O que me preocupa neste momento é a valorização das empresas que nos contratam...Se consideram somente o escrever, vão ter muita gente, mas se consideram pessoas que sabem inFORMAR, vão ter que pensar em nós que nos preocupamos em nos FORMAR. E daí vai de cada uma primar pela quantidade ou pela qualidade. Empresas baseadas no fordismo ou que se preocupam com trabalho seguro. E aí cá estou eu, com esperança no Ministro Hélio Costa, que talvez engate uma lei que regulamente a profissão no congresso e triste, porque um sonho valorizado, foi desvalorizado por pessoas que comandam este país. Liberdade de expressão que nada...Retaliação ao quarto poder...Não sei como pessoas que não sabem o que é ser jornalista, julgam algo pertinente a nós.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Jornalistas devem ser indenizados pelo Estado brasileiro
No Brasil, a profissão de jornalista foi regulamentada em 1969. Por causa dessa
distinção, ano após ano, milhares de jovens procuraram o curso nas faculdades
federais e particulares por acreditarem que se tratava de uma profissão com futuro
promissor.
Entretanto, em 17 de junho de 2009, essa crença foi derrubada pela mais alta corte
de (in ?) Justiça brasileira, o Supremo Tribunal Federal. Oito dos nove ministros do
STF presentes ao julgamento em Brasília decidiram que ninguém precisa frequentar os
bancos universitários para se tornar jornalista. O diploma deixou oficialmente de
ser uma exigência para se ingressar no mercado jornalístico do Brasil.
De concreto desse julgamento ficou a certeza que os milhares de profissionais de
jornalismo detentores do diploma foram enganados pelo Estado brasileiro. Afinal, se
soubessem que 40 anos após a regulamentação da profissão o diploma valeria tanto
quanto uma nota de cruzeiro, os profissionais certamente teriam investido tempo e
dinheiro dispendidos na formação universitária em outros cursos, viagens, carros,
imóveis.
Atualmente, em média, se paga R$ 600 por mês pela graduação em jornalismo. Em quatro
anos, apenas com mensalidades, cada universitário gasta quase R$ 30 mil. Mas há
ainda os outros gastos embutidos na formação, como livros, transporte, alimentação,
etc. Com a decisão do STF de invalidar o diploma, todo esse investimento feito por
milhares de brasileiros que acreditaram na Lei que regulamenta a profissão de
jornalista, foi literalmente jogado no lixo.
Portanto, é plausível supor que muito em breve os tribunais brasileiros serão
inundados de ações indenizatórias propostas por jornalistas lesados pela decisão do
Supremo Tribunal Federal. Dada a morosidade do judiciário, muito provavelmente esses
processos deverão se arrastar por 20, 30 anos nas várias esferas de justiça até que
a razão volte a prevalecer no judiciário. E, então, nesse dia, os jornalistas que
hoje são perseguidos pela estupidez dos juízes, terão direito a gordas indenizações
do Estado brasileiro.
A parte chata de toda essa história é que a fatura de tanta irresponsabilidade, como
sempre, será paga pelo povo. O mesmo povo que hoje é obrigado a pagar pelos excessos
da ditadura militar deverá assumir a conta dos excessos da ditadura judiciária.
Pobre Brasil, falta muito para se tornar um país sério!
distinção, ano após ano, milhares de jovens procuraram o curso nas faculdades
federais e particulares por acreditarem que se tratava de uma profissão com futuro
promissor.
Entretanto, em 17 de junho de 2009, essa crença foi derrubada pela mais alta corte
de (in ?) Justiça brasileira, o Supremo Tribunal Federal. Oito dos nove ministros do
STF presentes ao julgamento em Brasília decidiram que ninguém precisa frequentar os
bancos universitários para se tornar jornalista. O diploma deixou oficialmente de
ser uma exigência para se ingressar no mercado jornalístico do Brasil.
De concreto desse julgamento ficou a certeza que os milhares de profissionais de
jornalismo detentores do diploma foram enganados pelo Estado brasileiro. Afinal, se
soubessem que 40 anos após a regulamentação da profissão o diploma valeria tanto
quanto uma nota de cruzeiro, os profissionais certamente teriam investido tempo e
dinheiro dispendidos na formação universitária em outros cursos, viagens, carros,
imóveis.
Atualmente, em média, se paga R$ 600 por mês pela graduação em jornalismo. Em quatro
anos, apenas com mensalidades, cada universitário gasta quase R$ 30 mil. Mas há
ainda os outros gastos embutidos na formação, como livros, transporte, alimentação,
etc. Com a decisão do STF de invalidar o diploma, todo esse investimento feito por
milhares de brasileiros que acreditaram na Lei que regulamenta a profissão de
jornalista, foi literalmente jogado no lixo.
Portanto, é plausível supor que muito em breve os tribunais brasileiros serão
inundados de ações indenizatórias propostas por jornalistas lesados pela decisão do
Supremo Tribunal Federal. Dada a morosidade do judiciário, muito provavelmente esses
processos deverão se arrastar por 20, 30 anos nas várias esferas de justiça até que
a razão volte a prevalecer no judiciário. E, então, nesse dia, os jornalistas que
hoje são perseguidos pela estupidez dos juízes, terão direito a gordas indenizações
do Estado brasileiro.
A parte chata de toda essa história é que a fatura de tanta irresponsabilidade, como
sempre, será paga pelo povo. O mesmo povo que hoje é obrigado a pagar pelos excessos
da ditadura militar deverá assumir a conta dos excessos da ditadura judiciária.
Pobre Brasil, falta muito para se tornar um país sério!
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Monografia - Desabafando...
Meu Deus o que é monografia...Vc entra no curso e fica muito empolgado com o que vc vai estudar e pesquisar para o trabalho de conclusão do curso...aí chega a hora...E vc vê que vai ter trabalho para até a última geração...Mas vamos lá, foi que você sempre quis fazer, vamos encarnar o tema e respirar fundo...O problema de tudo é que euzinha mudei de facu logo quando pegaria o projeto...E ai quem pedir para me orientar, quem pedir ajuda se eu não conheço ninguém, estou sentido o clima da instituição agora... Não me arrependo nenhum pouco de ter mudado, mas se o negócio já é dificil, para mim ficou ainda mais nesta situação. Que Deus ilumine meus passos e que os meus orientadores tenham compreensão. Eu sei de uma coisa, eu to cansada e ainda to no projeto...Aff..E ainda se fosse só isso...
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Rave..rsrsrsrs
Para começar..vou falar de um troço que me intriga...Como as pessoas gostam de rave?! rs. Alguém pode me explicar depois..?! Ow as pessoas ficam horas e horas com tucs tucs e tucs na cabeça, dopadassos com as tais balas e ainda no meio do mato para depois cair no barro...hahahahaha. Dá para entender?! Vou para o mato para curtir a natureza, as belezas que Deus criou...e falando nisso Itambé do Mato dentro é um bom lugar para vcs mineiros e todo mundo conhecerem...gente simples, lugar aconchegante, cachoeiras impressionantes...
É uma coisa que me intriga, as pessoas realmente preferem viver no mundo da fantasia...e por isso querem ficar LOUCOS...e depois rir da propria cara pelas besteiras que fez..aiaiaia e isso tem sentido...Não encontraram a identidade...Um chegado aí foi nas raves e quando foi embora, foi de metrô, ficou horas e horas enfiando dinheiro na catraca e vendo que o troço voltava não tava entendendo o que acontecia...vêem duendes...rsrsrsr. taí uma coisa que também gostaria de ver...mas não desse jeito né...os ser humano é mesmo engraçado...
É uma coisa que me intriga, as pessoas realmente preferem viver no mundo da fantasia...e por isso querem ficar LOUCOS...e depois rir da propria cara pelas besteiras que fez..aiaiaia e isso tem sentido...Não encontraram a identidade...Um chegado aí foi nas raves e quando foi embora, foi de metrô, ficou horas e horas enfiando dinheiro na catraca e vendo que o troço voltava não tava entendendo o que acontecia...vêem duendes...rsrsrsr. taí uma coisa que também gostaria de ver...mas não desse jeito né...os ser humano é mesmo engraçado...
Estrelando...
A Paulinha, amiga minha, escreveu um blog super maneiro sobre suas peferências, lugares e afins , depois posto o link aqui para as pessoas acessarem também...Mas, assim ela me incentivou a criar o meu também...Não sei se vou dar conta de atualizar frequentemente, pois estou no final do curso de jornalismo, faço estágio no Minas Tênis, e tenho aula pela manhã e a noite...além de ter que escrever e escrever para a monografia. Mas percebi o quanto este meio de comunicação é importante para exercitarmos nossa redação. Então vamos nós...
Aqui vou publicar situações de vida que EU vivo e que MEUS ACHEGADOS também passam, claro que não vou identificá-los, mas acho que pode ajudar muita gente a perceber que não estão sozinhos com seus problemas e como as vezes é fácil resolvê-los...
Publicarei também minhas preferências...música principalmente...EU AMO musica de qualidade...Podem ter certeza que surgirão por aqui situações amorosas, amizade, casos engraçados, e meus momentos de TPM...rssrsrs. Bem vindos!
Aqui vou publicar situações de vida que EU vivo e que MEUS ACHEGADOS também passam, claro que não vou identificá-los, mas acho que pode ajudar muita gente a perceber que não estão sozinhos com seus problemas e como as vezes é fácil resolvê-los...
Publicarei também minhas preferências...música principalmente...EU AMO musica de qualidade...Podem ter certeza que surgirão por aqui situações amorosas, amizade, casos engraçados, e meus momentos de TPM...rssrsrs. Bem vindos!
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